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Em 2018, o Curto-Circuito realizará o seu primeiro projeto de residência artística. Fiél ao ideário de arte e educação que fez do Curto-Circuito uma iniciativa singular no campo das artes, Terra Incognita é um projeto de residência experimental e transdisciplinar. Seu formato foi pensando para que criadores possam, individual e colaborativamente, investigar modos de experiência artística normalmente não disponíveis - como durações dilatadas, integração entre espaço e obra, ou públicos específicos e interatores. Em sua primeira edição, por um mês, o interior de São Paulo será Terra Incognita - um espaço de descobrimento. [+]


O Curto-­Circuito de Música Contemporânea é um projeto ­artístico-pedagógico constituído de concertos, workshops, master classes, aulas abertas e, mais recentemente, de residência artística (ver: Terra Incognita). O projeto visa cultivar a prática de música contemporânea no Brasil, servindo como uma plataforma de criação para novos trabalhos e conectando jovens compositores à instrumentistas aqui e no exterior. Em dois anos, entre 2014 e 2015, o Curto-Circuito foi responsável pela estreia de 33 novas obras em 9 concertos por 30 compositores diferentes. 

Em seu segundo ano, o projeto busca estendeu suas atividades ainda mais. Ampliando nosso núcleo de performance, juntou-se à saxofonista Allison Balcetis, o pianista Roger Admiral. No campo pedagógico, continuaram os laboratórios de composição com os professores André Ribeiro e André Mestre; as novidades foram o workshop de práticas de improvisação, ministradas pelo compositor e saxofonista Manuel Falleiros (ELM); uma aula-recital ministrada pelo duo; e a aula aberta ministradas pela professora e compositora convidada, Valéria Bonafé. As Atividades tomaram lugar no Instituto de Artes da UNICAMP, na Escola Livre de Música-ELM, na EMESP e no Conservatório Dramático Musical de Tatuí. (Acesse o trabalho produzido na segunda edição aqui!)

Nossos objetivos são: (1) criar um espaço laboratorial desirarquizado para jovens compositores, equipando-­os com experiência e exercitando sua inventidade; (2) aquecer a prática do repertório contemporâneo entre estudantes de instrumento; e, como contrapartida, (3) estender esse produto cultural ao público, democratizando seu acesso e ampliando o diálogo entre audiências, intérpretes e criadores.

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